CINETEATRO LOULETANO ARRANCA 2026 COM TEATRO SOBRE ZECA AFONSO, TRIBUTO A SÉRGIO GODINHO E DANÇA COM OLGA RORIZ
No dia 13, às 18h00, o Bar do Cineteatro Louletano recebe a Conversa Uma programação imaginada por todas as pessoas. É possível?, no âmbito do Clube d’Espectador Emancipado, promovido pela associação AORCA. A conversa conta com a participação de Aida Tavares, programadora cultural, Dália Paulo, diretora artística do Cineteatro Louletano, Xana Piteira, da Orla Design, Élton Mota / Perigo Público, músico e MC, e Catarina Cândido, do Clube d’Espectador Emancipado. A moderação é de Carolina Santos, atriz e encenadora.
No mesmo dia, às 21h00, no Auditório do Solar da Música Nova, é exibido Borgo, de Stéphane Demoustier, no âmbito do ciclo Filme Francês do Mês, parceria com a Alliance Française do Algarve.
A programação inclui também propostas dirigidas ao público escolar e familiar, como Rita Red Shoes: Chinfrim, no dia 14 de janeiro, às 10h30, numa sessão exclusiva para escolas, é um espetáculo dirigido aos pequeninos e aos não tão pequeninos, feito de canções originais, ambientes visuais e performance.
A 17 de janeiro, sábado, às 11h30, o Auditório do Solar da Música Nova recebe o primeiro concerto do ano do Ciclo Crescendo. E nesse mesmo dia, mas às 21h00, o Cineteatro Louletano apresenta a coprodução O Salvado, de Olga Roriz, referência maior da dança contemporânea portuguesa. Ao longo de um ano e seis residências artísticas, Olga Roriz foi tecendo um percurso que agora se revela numa topografia do tempo — um mapa de gestos, imagens, vestígios e palavras que traça o caminho, cruzando a lembrança e o esquecimento e projetando assim o futuro. É dessa matéria – dessa urgência de existir entre o que se lembra e o que se perde, entre o que foi e o que ainda poderá ser – que nasce a sua necessidade de se reinventar.



