Em plena época de verão, quando o Algarve se enche de visitantes e o ritmo noticioso abranda, há histórias que se destacam pela sua relevância para o futuro da região. Uma delas é a candidatura do Geoparque Algarvensis a Geoparque Mundial da UNESCO, cuja decisão final será conhecida a 12 de setembro, durante a 11.ª Conferência Internacional de Geoparques, a decorrer no Chile.
Este será um momento marcante para os concelhos de Loulé, Silves e Albufeira, que integram este território, valorizando não só a sua geodiversidade e biodiversidade, mas também o património cultural e humano que o caracteriza. Caso obtenha a distinção, o Algarvensis tornar-se-á a chancela UNESCO mais a sul de Portugal, representando um reconhecimento único e de grande impacto para a região.
Paralelamente, este é também o momento de dar a conhecer as três rotas temáticas do Geoparque, que contam histórias singulares onde o passado geológico se cruza com a vivência atual do Algarve, despertando o interesse tanto de residentes como de visitantes. Cada percurso revela curiosidades e ligações entre ciência, natureza e comunidade, reforçando a importância de preservar e valorizar o território.
Para além das rotas, há ainda muitos bastidores do processo de candidatura a explorar, que refletem anos de investigação, trabalho em rede e envolvimento das populações locais.



